Sambista, nascido entre a Favela da Imprensa e a Americanópolis, criado no mundo. Compõe desde os 16 anos — do pagode ao samba de enredo, na roda e no quintal, da rua pra rua, pra se conectar com as pessoas.
“Meu samba me conecta com o mundo.” Pablo Souza
Nascido e criado na Zona Sul de São Paulo, entre a Favela da Imprensa e a Americanópolis, Pablo Souza aprendeu a ser gente ouvindo o que vinha da rua: o rádio, o samba rock que os irmãos dançavam e as rodas do Grupo Simpatia, na rua de baixo. Na virada para os anos 90, a mudança para a Vila Brasilina aprofundou o contato com o samba de rua e de beira de campo.
Aos 16 anos, em 1994, deu os primeiros passos como compositor defendendo um samba de Pedrinho Sem Braço no Brinco da Marquesa — convidado por um dos grandes mestres-sala de São Paulo, Ednei Pedro Mariano. Dali em diante, a caminhada como compositor ganhou vida própria: parcerias, disputas de samba-enredo, rodas pela cidade e um encontro, no início dos anos 2000, com Fabiano Garcia, que se tornaria marco importante da trajetória.
Sua maior influência é Arlindo Cruz. Tem em Almir Guineto uma referência constante e presta reverência a Paulo Cesar Pinheiro, a quem chama de "Orixá da Canção".
Aos 16 anos, estreia como compositor defendendo um samba de Pedrinho Sem Braço no Brinco da Marquesa, a convite do mestre-sala Ednei Pedro Mariano.
Para o carnaval de 1996, o Morro da Casa Verde levou para a avenida o enredo "Abatá, a Caminhada de uma Raça" (de Ednei Mariano) — pela primeira vez, uma composição sua chega a um samba de enredo.
Convite de Fabiano Garcia para uma roda de samba no centro de São Paulo aproxima Pablo de uma nova geração de músicos e amizades duradouras.
Ao lado de Willian Nazário, funda a associação dedicada a fortalecer e organizar a classe de compositores de samba.
Premiado em concurso promovido pelo jornal O Globo com produção de Zeca Pagodinho, além de participar de homenageado no Projeto Ensaio Geral do GRES Quilombo.
Passa a atuar também como jurado em diversos eventos de samba, ampliando sua contribuição para além das próprias canções.
Conquista por cinco vezes o título de campeão de samba-enredo no Brinco da Marquesa, consolidando o nome na escola e na região.
Diversos títulos pela cidade de São Paulo e também no interior (Cordeirópolis, Jundiaí, Rio Claro).
Além da carreira própria, boa parte do trabalho de Pablo como compositor vive na voz de outros artistas — prova de um samba que atravessa quem o canta.
Pablo mantém um portfólio de composições autorais e em parceria, prontas para serem ouvidas e gravadas por outros artistas e escolas de samba. Abaixo, algumas demos — o catálogo completo pode ser enviado sob consulta.
Pelos becos, vielas, palcos, escolas de samba e projetos, Pablo cruzou com muitos bons sambistas — e com eles fez belas parcerias.
Suas canções já foram gravadas por artistas como Mônica Soares e Dona Flor, e seus versos já emocionaram diversas comunidades do carnaval paulista e paulistano.
Pablo Souza é compositor de samba, nascido e criado na Zona Sul de São Paulo. Começou a compor aos 16 anos, em 1994, e desde então acumula parcerias, samba-enredos premiados e composições gravadas por outros artistas.
A discografia está disponível no Spotify, YouTube, Deezer, Apple Music e Amazon Music — os links de cada lançamento estão na seção Discografia desta página e também as gravadas por outros artistas.
Sim. Ele tem histórico de samba de enredo desde 1994 e conquistou por cinco vezes consecutivas o título de campeão de samba no Brinco da Marquesa, além de trabalhos recentes com a Unidos do Peruche, Grasifs Voz do Morro, Lavapés Pirata Negro, etc.
Sim. Ele mantém um catálogo de composições autorais e em parceria disponíveis para outros artistas. É só pedir o catálogo completo pelo contato desta página.
O contato para parcerias e gravações é feito por WhatsApp ou e-mail, disponíveis na seção Contato desta página.